http://www.youtube.com/watch?v=VdTqDvVJbjI&feature=channel_page
Todo
dia
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Retrato em Jazz - pro Bill
e portanto confiro-me a energia pra Estar direito
trançado das minhas Mãos até De ponta-cabeça
ora me juro eu Como seria factível
Jaz mim
vou-te em Tempo sombreado e
danço Ritmicamente incompleto encimando o tema
eu teimo em ser o que não és música
Segundamente
verto o que Está pra tornar-se-te
Por si só
ainda que o andamento Ironize meu cinismo
dou-me o Crédito por mim
Creia
-te assolada de pasmar minha cisma
vou Solar
Não é óbvio?
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Paráfrase
Qual é a força moral do gesto?- Diga-me; se
a hipocrisia de estar parado é transcendência -Hoje, que meus cabelos longos desvanescem.
Qual é a ensejo pra língua?
E o desperdício de se ter um propósito;Ontem, que foi o sonho dos poentes.
Amanhã - se o tempo passar onde
estarás mesmo? Porque eu gostaria deEstar dizendo algo de intrigante;
Sempre - porque a memória conta hoje
Ainda que seja errado negar as próprias convicções.
E Nunca - porque os sentidos são penas anti-horárias
Registrando os esquecimentos discretos
Em seus próprios alfabetos - circularmente.
sábado, 2 de maio de 2009
Véu
Tenho desusado meu rosto de bobeira;
Pontualmente deslocado de todas obrigações
Puxo minha insuficiência pra trás da língua.
Me derivo por ser absurdo - donde
Infiro a substância do meu entendimento:
Sou como soo oco por aptidão e
Espraio a memória como se afasta a fumaça
Te proponho incógnita na tendência dos olhos
De cima, abaixo
Vertidos
Me exponho
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Desfio Ariadne
I) Frustro-me por hábito, como quem respira:
Sublimo minha consciência por consideração.
II) Sou preguiçosamente oblíquo no meu próprio alfabeto
Inepto pra dizer que se ama;
III) Dedico-me à frivolidade do transe mudo
Pra guardar comigo tudo que não sei
IV) Condenso meu despropósito nos gestos que
Aspiram abstratamente minha imaginação,
V) Estou para ti como a miopia
Abra seus olhos
Sublimo minha consciência por consideração.
II) Sou preguiçosamente oblíquo no meu próprio alfabeto
Inepto pra dizer que se ama;
III) Dedico-me à frivolidade do transe mudo
Pra guardar comigo tudo que não sei
IV) Condenso meu despropósito nos gestos que
Aspiram abstratamente minha imaginação,
V) Estou para ti como a miopia
Abra seus olhos
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Anelegia - ouisense
Sirvo-me a ti como a bandeja
Transidamente plana no espasmo da vista ela
Golpeia
À força de todas as induções sou óbvio:
Espumante - num estampido, da cobertura
À marquise de creme
Do que se leva na consciência desfolhada
Trago (deus) e a viscosidade do movimento
Rajado no coorte
Transidamente plana no espasmo da vista ela
Golpeia
À força de todas as induções sou óbvio:
Espumante - num estampido, da cobertura
À marquise de creme
Do que se leva na consciência desfolhada
Trago (deus) e a viscosidade do movimento
Rajado no coorte
Despe(r)diçado
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Principia(nte)
- Todos os processos são infinitos e infinitesimais
O processo transita mudo
Projetar é espelhar a perspectiva num espaço arbitrário
O projétil imagina os olhos
Magicamente capturo-me na expectativa - olho
Crio por despedir-me de mim - é o pedaço que fica
A conjunção enuncia a descontinuidade
O Universo é discretamente contínuo
O continuum das canções é precipitação
Existe uma profundidade latente na minha consciência: devo buscá-la ou morrer
O processo transita mudo
Projetar é espelhar a perspectiva num espaço arbitrário
O projétil imagina os olhos
Magicamente capturo-me na expectativa - olho
Crio por despedir-me de mim - é o pedaço que fica
A conjunção enuncia a descontinuidade
O Universo é discretamente contínuo
O continuum das canções é precipitação
Existe uma profundidade latente na minha consciência: devo buscá-la ou morrer
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