por sentido
outras vezes tanta
vez dez a potência
razão necessariamente
suficiente
queremos inferir a
consequência implicada
figura colimada
forma polarizado feixe
ressonante seu
modo harmônico
deus
e a vossa glória
anunciada, profetizada, proferida,
negociada e preferida à ira da divindade
no inverno do deserto, sob a tenda de tapetes,
ao preço do sexo da posse da pedra;
para a resolução das vontades
para a renovação dos costumes,
para
o esquecimento
Todo
dia
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
#include
#include
#include
#define NC 10000000
#define dx 0.0001
#define ntime 600
#define nsamples 100000
#define nker 10000
#define ntransient 15000
#define IA 16807
#define IM 2147483647
#define AM (1.0/IM)
#define IQ 127773
#define IR 2836
#define NTAB 32
#define NDIV (1+(IM-1)/NTAB)
#define EPS 1.2e-7
#define RNMX (1.0-EPS)
#define TTT 100
float ran1(long *idum)
{
int j;
long k;
static long iy=0;
static long iv[NTAB];
float temp;
if (*idum <= 0 || !iy) {
if (-(*idum) < 1) *idum=1;
else *idum = -(*idum);
for (j=NTAB+7;j>=0;j--) {
k=(*idum)/IQ;
*idum=IA*(*idum-k*IQ)-IR*k;
if (*idum < 0) *idum += IM;
if (j < NTAB) iv[j] = *idum;
}
iy=iv[0];
}
k=(*idum)/IQ;
*idum=IA*(*idum-k*IQ)-IR*k; if (*idum < 0) *idum += IM;
j=iy/NDIV;
iy=iv[j];
iv[j] = *idum;
if ((temp=AM*iy) > RNMX) return RNMX; else return temp;
}
float gasdev(long *idum)
{
float ran1(long *idum);
static int iset=0;
static float gset;
float fac,rsq,v1,v2;
if (*idum < 0) iset=0;
if (iset == 0) {
do {
v1=2.0*ran1(idum)-1.0;v2=2.0*ran1(idum)-1.0; rsq=v1*v1+v2*v2;
} while (rsq >= 1.0 || rsq == 0.0);
fac=sqrt(-2.0*log(rsq)/rsq);
gset=v1*fac;
iset=1;
return v2*fac;
} else {
iset=0;
return gset;
}
}
int main (void) {
int i, kn, km, ke, ki, kij;
float p[NC], ps[NC], xmin, xvmin, xmax, xvmax, jmin, jmax, alfa, sv, gamma, we, ca,cn, cj, xll, tj, dt, dt2, dt3, dts, cam, w, idum;
float cnm, gammam, cjm, cd, ncoarse, ntimenoise, xm, xm2, xm3, xm4, xv, xv2, xv3,xv4, jam, jam2, jam3, jam4, t1, t2, t3, t4, tk;
float xx1, xx10, xxv1, xxv10, v1, v10, v101;
float jitot1[ntime], jdtot1[ntime], energy [ntime], correlacaov1[nsamples][1000], correlacao;
float xv1[nker];
for(i=0;i<NC;i++)
{
p[i]=0;
ps[i]=0;
}
xmin = - NC * dx /2.0;
xvmin = - NC * dx /2.0;
xmax = NC * dx /2.0;
xvmax = NC * dx /2.0;
jmin = - NC * dx /2.0;
jmax = NC * dx /2.0;
idum = -798764321;
alfa = 5.0;
sv = 1.0;
we = 1.0;
gamma = 1.0;
ca = 1.0;
cn = 0.0;
cj = 10.0;
xll = 20.0;
tj = 25.0;
dt = 0.0001;
dt2 = dt * dt;
dt3 = dt2 * dt;
dts = sqrt(dt);
cam = ca / we;
cnm = cn / we;
gammam = gamma / we;
cjm = cj / we;
cd = (1.0 + gammam * dt / 2.0);
ncoarse = floor(0.005/dt);
ntimenoise = 10 * floor((1.0 / alfa) / 0.005);
xm = 0.0;
xm2 = 0.0;
xm3 = 0.0;
xm4 = 0.0;
xv = 0.0;
xv2 = 0.0;
xv3 = 0.0;
xv4 = 0.0;
jam = 0.0;
jam2 = 0.0;
jam3 = 0.0;
jam4 = 0.0;
for(kn=0;kn<nsamples; kn++)
{
for(km=0;km<nsamples;km++)
{
correlacaov1[kn][km]=0;
}
}
for(i=0;i<ntime;i++)
{
jitot1[i] = 0.0;
jdtot1[i] = 0.0;
energy[i] = 0.0;
}
for(i=0; i<nsamples; i++)
{
v1 = 0.0;
for (kn = 0; kn
{
for(km = 0;km
{
w = gasdev(&idum);
v1 = v1 - alfa * v1 * dt + sv * w * dts;
}
}
}
xxv1 = 0.000;
xxv10 = 0.0;
xx1 = 0.0;
xxv1 = 0.0;
for(ke=0; ke<nker; ke++)
xv1[ke] = 0.0;
for(ki = 0; ki< ntransient;ki++)
{
for(kij = 0; kij< ncoarse; kij++)
{
correlacaov1[ki][kij]=v1;
v10 = v1;
w = gasdev(&idum);
v1 = v1 - alfa * v1 * dt + sv * w * dts;
v101 = sqrt(dt)*(v10+v1)/(2.0)/we;
xxv10 = xxv1;
xxv10 = xv1[0];
xx10 = xx1;
t1 = 0.0;
t2 = 0.0;
t3 = 0.0;
t4 = 0.0;
tk = 0.0;
for(ke = 0; ke< nker; ke++)
tk = tk + exp(-(ke-1) * dt * alfa) * xv1[ke];
t1 = (1.0 - gammam * dt) * xxv10;
t1 = xxv10 - gammam * dt * tk;
t2 = - (cam + cjm) * xx10 * dt;
t3 = - cnm * xx10 * xx10 * xx10 * dt;
t4 = v101;
xxv1 = t1 + t2 + t3 + t4;
for(ke = 0; ke< nker-1;ke++)
xv1[ke+1] = xv1[ke];
xv1[1] = xxv1;
xx1 = xx10 + (xxv1+xxv10)*dt/2.0;
}
}
correlacao=0;
for(ki = 0; ki< ntransient;ki++) /*dado TTT */
{
for(kij = 0; kij< ncoarse; kij++)
{
correlacao= correlacao + correlacaov1[ki][kij+TTT]*correlacaov1[ki][kij];
}
correlacao= correlacao/ncoarse;
}
printf("AAAAAAAA\n\n\n\n %f\n\n\n\n", correlacao);
return 0;
}
terça-feira, 7 de maio de 2013
agora, todo singular é plural
porque nós somos
antes que eu fosse teu
depois que tu sejas minha
e no entreato dos nossos semisegundos
perseveramos
soberanos no fracasso que anunciamos por vaidade
cediços no sucesso que ocultamos por vaidade
e nos enfeitiçamos
recolhidos em coleção a contrários
reunidos em sexo a casais
que assistimos perversamente
e que somos com inocência
e em seguida
descompassadamente ressonamos
ao tempo próprio da consciência
de se estar mentindo
horas a fio
daqui pra trás e daqui pra frente,
todo plural foi e será singular
porque nós somos
antes que eu fosse teu
depois que tu sejas minha
e no entreato dos nossos semisegundos
perseveramos
soberanos no fracasso que anunciamos por vaidade
cediços no sucesso que ocultamos por vaidade
e nos enfeitiçamos
recolhidos em coleção a contrários
reunidos em sexo a casais
que assistimos perversamente
e que somos com inocência
e em seguida
descompassadamente ressonamos
ao tempo próprio da consciência
de se estar mentindo
horas a fio
daqui pra trás e daqui pra frente,
todo plural foi e será singular
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
confidência #4
estou possuído
por um par de olhos hipermétropes
no pouso do marasmo
meus deuses
esfumaçaram suas figuras familiares
irreconheciveis
em igual medida
eu respiro
vagarosamente
o ar umidamente pesado
de uma sugestão amazônica
por um processo análogo,
eu amo
alguma coisa que não existe
e a ela apenas
devoto toda compaixão
pelo sacrifício
dos dias
na vaidade comovida
de um abraço fraternal
acompanhado secretamente
por um deja vu
(de minha parte)
estou possuído
pela inconstância da vontade
e pelo pessimismo
que se exprime
como uma língua comum,
e toca
falsamente
a alma do mundo
por um par de olhos hipermétropes
no pouso do marasmo
meus deuses
esfumaçaram suas figuras familiares
irreconheciveis
em igual medida
eu respiro
vagarosamente
o ar umidamente pesado
de uma sugestão amazônica
por um processo análogo,
eu amo
alguma coisa que não existe
e a ela apenas
devoto toda compaixão
pelo sacrifício
dos dias
na vaidade comovida
de um abraço fraternal
acompanhado secretamente
por um deja vu
(de minha parte)
estou possuído
pela inconstância da vontade
e pelo pessimismo
que se exprime
como uma língua comum,
e toca
falsamente
a alma do mundo
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
A felicidade existe, e é pura
Completa, ela é una e multiplica
Vária, ela é inteira plena e se replica
Eterna, ela é passada, ela é futura
Terna tanto quanto é terno o amor
Verdadeiro como ela é verdadeira,
Ela é total, e anima todo humor
À sua imagem última, primeira.
A felicidade é simples, é vã
Despropositada e até insolente
Pra sorrir em segredo nesse breu
Ela é madrugada, ela é manhã
Que a gente escolhe saber iminente
Ela é a escolha, e é minha, sou eu
Completa, ela é una e multiplica
Vária, ela é inteira plena e se replica
Eterna, ela é passada, ela é futura
Terna tanto quanto é terno o amor
Verdadeiro como ela é verdadeira,
Ela é total, e anima todo humor
À sua imagem última, primeira.
A felicidade é simples, é vã
Despropositada e até insolente
Pra sorrir em segredo nesse breu
Ela é madrugada, ela é manhã
Que a gente escolhe saber iminente
Ela é a escolha, e é minha, sou eu
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A Fortuna é irmã da Cegueira
E vou possuí-la assim, mulher;
Misticamente moça, primeira,
À maneira apenas que ela é.
Mas há de ser outra no futuro
Quando em outros braços for feitiço
Pra cegar até um herói mais puro
Na escravidão total que é só isso.
Eu, irmanado a angústia, nasci,
Por quê negar a minha raiz
Com tanta ironia que há no mundo?
Vou viver da chance de exibir
Meu charme, mas serei infeliz
Infeliz lá no fundo, no fundo...
E vou possuí-la assim, mulher;
Misticamente moça, primeira,
À maneira apenas que ela é.
Mas há de ser outra no futuro
Quando em outros braços for feitiço
Pra cegar até um herói mais puro
Na escravidão total que é só isso.
Eu, irmanado a angústia, nasci,
Por quê negar a minha raiz
Com tanta ironia que há no mundo?
Vou viver da chance de exibir
Meu charme, mas serei infeliz
Infeliz lá no fundo, no fundo...
confidência #2
Sou desonesto pra servir, e sou
Desalmado de se amar, sou ingrato
Eu sou pueril e ignoro o fato
Da vida, e de estar aqui, onde estou.
Não sei me articular, não propriamente
Já que estou inerte e não reconheço
Meu sonho, todo esforço desconheço;
Toda memória, eu desconfio, mente.
Mas é potente a conjuntura, grande
E me empurra nessa maré que insiste
Em surpreender minha natureza
Que é enganar; já me engano, enganante
Pra se destruir meu corpo resiste;
Vou me agigantar na minha baixeza.
Desalmado de se amar, sou ingrato
Eu sou pueril e ignoro o fato
Da vida, e de estar aqui, onde estou.
Não sei me articular, não propriamente
Já que estou inerte e não reconheço
Meu sonho, todo esforço desconheço;
Toda memória, eu desconfio, mente.
Mas é potente a conjuntura, grande
E me empurra nessa maré que insiste
Em surpreender minha natureza
Que é enganar; já me engano, enganante
Pra se destruir meu corpo resiste;
Vou me agigantar na minha baixeza.
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